quinta-feira, 18 de junho de 2015

Entrevista a: João Paulo

(O técnico João Paulo nas renovadas instalações do Campo das Valadas.)

A época acabou com um sabor amargo para a equipa sénior do Canedo, que ficou a um "mísero" ponto de alcançar a manutenção.
Foi uma temporada atípica, em que além de ter sido "vítima" de castigo federativo e consequente perca de sete pontos, o Canedo viu-se obrigado a jogar fora de casa semanalmente, uma vez que teve de realizar os seus jogos caseiros em campo emprestado.
A par disto, o plantel, nos últimos meses, ficou reduzido a dezanove jogadores disponíveis, isto já depois de em Janeiro, João Paulo ter sido obrigado a recorrer aos Juniores para compor a convocatória.
Finda a época, o Canedo terminou em posição de descida, mas convém salientar que, entre outros resultados, empatou em casa com o campeão Bustelo, empatou na casa do União de Lamas, e venceu o Alba, outro candidato à subida.
O 14º lugar final deixa, ainda assim, uma réstia de esperança nas hostes canedenses: caso haja repescagem, o Canedo ficará na I Divisão Distrital.
O técnico João Paulo, que cumpriu a terceira época consecutiva em Canedo, já depois de ter subido o clube em 2011, falou sobre as incidências da temporada.
Ei-lo em entrevista ao nosso facebook/blogue:

Canedo FC: O Canedo foi 14º e não cumpriu os objectivos da época por um ponto. O que falhou?
João Paulo: Não falhamos o nosso objectivo por um ponto, mas sim por dois golos. O Canedo ganhou em "casa" 1-0 ao Cucujães e empatou fora a quatro golos, mas como lhe foi dada derrota por 3-0 (devido ao castigo), ficámos com os mesmos quarenta pontos do Cucujães, mas perdemos na diferença de golos (dois golos negativos).
Falhou, entre algumas coisas, o castigo aplicado ao Canedo da perda de pontos.

CFC: Apesar de ter acabado em posição de descida, o Canedo tirou pontos a três dos quatro candidatos à subida, tendo, inclusive, empatado com o campeão Bustelo. Esta é uma "prova" de que a equipa do Canedo tinha qualidade para ter ficado melhor posicionada?
JP: Concordo com essa tua observação, pois foram palavras minhas no "meu balneário". Para a equipa que temos é uma desilusão esta nossa classificação, mesmo com tudo que nos aconteceu.
Começámos a época muito mal, pois com quatro jornadas efectuadas éramos o último classificado com apenas dois pontos. Isto foi uma consequência da pré-temporada ter sido feita em captações de atletas, pois como é costume, o Canedo perdeu de uma época para a outra 90% do seu plantel.
Depois, lentamente e com naturalidade, começamos a fazer o nosso campeonato com mais regularidade e na última jornada da primeira volta, se temos ganho o jogo com o Fiães, terminavámos a primeira volta em sexto lugar com os mesmos pontos deles (24).
Veio o castigo e passamos para penúltimos com catorze pontos, apenas mais três que a Ovarense, e pior do que isso foi que, coincidência ou não, veio a nossa pior fase do campeonato, com cinco derrotas seguidas e um empate. Mas com muito, muito, mesmo muito trabalho, demos a volta e conseguimos a nossa melhor fase, com quatro vitórias e dois empates. Colámo-nos aos adversários acima de nós e foi uma luta até à ultima jornada, a correr sempre atrás do prejuizo. Penso que isto responde bem à tua observação.
Quero também salientar que o Canedo nas últimas catorze jornadas perdeu apenas três vezes (Águeda, U. Lamas e Bustelo), sempre pela margem mínima, e com muito azar à mistura. Tenho também de assinalar que apenas duas equipas somaram os seis pontos possíveis nos dois jogos contra nós (Esmoriz e Águeda), e refiro também que o Canedo em piso relvado ou sintético (dezasseis campos), apenas perdeu em seis desses (Esmoriz, Milheiroense, Ovarense, Águeda, Bustelo e Alba).
Isso prova bem o valor e qualidade da equipa no futebol praticado.
Na minha opinião, o Canedo tinha valor para ficar nos sete primeiros lugares da classificação.

CFC: Em Janeiro o clube perdeu 7 pontos na secretaria, já depois de ter sido "obrigado" a jogar grande parte da época fora de casa. Que impacto tiveram estas duas "situações" no grupo?
JP: Sobre o impacto no grupo das duas situações acima mencionadas, acho que nem preciso de responder. Nem ao meu pior inimigo desejo o tal!

(O plantel do Canedo FC que acabou a temporada 2014/2015.)

CFC: Não deixa de ser curioso que o Canedo tenha tido o segundo pior ataque do campeonato e ao mesmo tempo tenha tido um atleta nos 10 melhores marcadores do campeonato com 12 golos - Paulinho. Que explicação tem para um ataque tão pouco produtivo?
JP: Não querendo fugir de "dar o corpo às balas", quero só relembrar que o Canedo marcou em jogo dentro das quatro linhas trinta e sete golos e não trinta e dois, e sofreu trinta e oito e não quarenta como está na classificação final, pois fomos punidos com duas derrotas por 3-0 (na vitória de 1-0 sobre o Mealhada e no empate 4-4 em Cucujães). E, já agora, o Canedo dentro das quatro linhas e em jogo jogado, fez quarenta e quatro pontos e não quarenta pontos (só um aparte).
Voltando à questão em si, o Milheiroense que ficou em nono lugar marcou trinta e oito golos e mais uma vez, relembrar que junto ao castigo dos pontos, foi punido nada mais nada menos o meu melhor marcador, Paulinho, com um mês de suspensão. Para piorar a situação, na mesma altura Samú teve uma lesão de mês e meio, e Mário Bolas teve três jogos de suspensão, ficando só o Alex, ainda por cima em esforço, visto que tinha uma inflamação no joelho que o impedia de treinar, como alternativa para os jogos juntamente com o júnior de primeiro ano da formação do clube, Rui.

CFC: Nos últimos 3 meses da temporada, teve apenas 19 jogadores disponíveis e, por vezes, nem isso. Foi "fácil" motivar e concentrar os jogadores?
JP: Pois, se eu tivesse tido sempre dezanove jogadores... Fácil claro que não foi mas após uma enorme e muito séria conversa com os meus "grandiosos meninos", ficou decidido que só tinhamos um caminho a percorrer: jogar pela nossa dignidade e o nosso orgulho! Foi a fase que mais me apliquei na qualidade e exigência nos treinos, pois só assim conseguia motivá-los para o que nos esperava: suor, sangue e lágrimas! Acima de tudo, sou um treinador orgulhoso. Obrigado, mais uma vez, aos meus grandiosos meninos!

CFC: Quais foram, para si, o melhor e o pior momento da temporada?
JP: O melhor momento da temporada foi, sem dúvida, a vitória na Mealhada, pois vinhamos de seis jogos sem vencer - tirando, claro, a vitoria em Fiães na última jornada, que nos dá uma forte esperança de manutenção, e que seria mais do que merecida!
O pior momento, para mim, foi a derrota (muito injusta) com o Paivense, logo a seguir ao castigo dos pontos, pois era muito importante, por todos os factores, vencer aquele jogo, em que tudo fizemos para o conseguir, mas não conseguimos.

CFC: Cumpriu a quarta temporada no Canedo, sendo esta a terceira consecutiva e a segunda completa. O seu desejo é continuar no clube independentemente da divisão em que ele vá participar?
JP: Nada tem a ver com a divisão a minha continuidade, pois posso ficar com o Canedo na II Divisão e posso não ficar com o Canedo na I Divisão. Se sentir que o clube "me quer", fico. Se não o sentir, não fico.

Para finalizar, o que eu quero mesmo de coração, é que o Canedo FC, com ou sem João Paulo, fique na I Divisão Distrital de Aveiro, pois bem o merece, visto que deu muito trabalho ao mesmo treinador João Paulo - em 2011 -, com a ajuda de todo o grupo, "meter" o Canedo FC onde está: na I Divisão Distrital de Aveiro! Um grande abraço a todos e força Canedo!!!

Pode consultar todas as estatísticas acerca da época do Canedo, aqui.

terça-feira, 12 de maio de 2015

Entrevista a: Neves

(Neves em acção durante o Lobão - Canedo de 02/03. Vitória canedense por 3-0.)

No dia em que se comemora o décimo quarto aniversário da conquista da Taça de Aveiro, não há ninguém melhor para ser entrevistado acerca deste momento, senão o Homem que marcou o golo do triunfo em cima do minuto 90'.
Neves chegou ao Canedo em 2000, oriundo do Paços de Brandão, e logo na sua época de estreia nas Valadas, associou o seu nome a este enorme feito do clube.
Além deste momento histórico, esteve presente noutros bons momentos do clube, com destaque para uma vitória por 3-1 sobre a LAAC em 01/02, com dois golos seus, que valeram a nossa manutenção.
Terminou a sua carreira em 2005 com a braçadeira do Canedo "posta", astuto que assumiu durante uma temporada e meia. A raça e vontade com que realizava cada jogo fizeram dele um dos jogadores mais "queridos" dos adeptos.
Aos 39 anos está retirado do futebol, e tem no seu filho um digno sucessor: Rúben Neves, que aos 18 anos, joga na equipa principal do FC Porto.
Ei-lo em entrevista ao nosso facebook/blogue:

Canedo FC: Cumprem-se hoje 14 anos que o Canedo venceu a Taça. O golo da vitória, podemos dizer assim, foi seu. Ainda se recorda exactamente de como fez o golo? Que recordações tem deste jogo?
José Neves: Sim, recordo. Há golos que nunca se esquecem, ainda por cima numa final. Foi um livre marcado na direita pelo Waldec, eu recebo a bola e de seguida faço o remate de pé esquerdo que deu o golo. As recordações são muitas, mas ver as gentes de Canedo a vibrarem com aquela vitória, foi fantástico.

CFC: O Canedo nessa época falhou a subida por pouco, e acabou por chegar à final da Taça depois de eliminar o Milheiroense, que foi uma das equipas que subiu à III Divisão nessa época. Esta vitória foi uma "prova" de que a subida aos Nacionais podia ter chegado mais cedo?
JN: Fizemos uma grande época, pois vencemos a Taça e a subida de divisão ficou perto. Mas por um ou outro motivo não conseguimos esse objectivo.

CFC: Tendo em conta que o seu golo ao minuto 90' evitou o desempate por penaltis e valeu a conquista de um troféu que o clube nunca havia alcançado, foi este o jogo mais marcante da sua carreira?
JN: Marcar o golo da vitória numa final fica para sempre gravado, por isso, sim, foi um dos momentos mais marcantes da minha carreira.

CFC: Depois desta conquista o clube alcançou uma inédita subida aos Nacionais, e consequentemente, conseguiu alguma estabilidade na III Divisão. Acha que a vitória na Taça serviu de impulso para o crescimento do clube nos anos seguintes?
JN: Penso que sim, visto que as pessoas de Canedo começaram a dar mais apoio, e é com títulos que os clubes crescem. Pena não terem conseguido dar continuidade a esse bom momento e manterem-se a jogar na III Divisão por mais algumas épocas.

(Neves durante o Canedo 3-1 LAAC de 01/02.)

CFC: Representou o Canedo de 2000 a Dezembro de 2005. Em cinco épocas e meia, além da já referida conquista, subiu de divisão e foi capitão. Qual ou quais os momentos que melhor guarda da sua passagem pelo nosso clube?
JN: Além da vitória na Taça de Aveiro e da subida aos Nacionais, destaco a estreia do clube na Taça de Portugal. São estes os grandes momentos, pois ficam na história do clube, assim como o nosso nome ficará para sempre lá gravado.

CFC: A meio da época 05/06, e numa altura em que o Canedo estava, inclusive, na luta pelos lugares de promoção à II Divisão B, teve que abandonar o futebol. O que sentiu, quando vestiu, em Cinfães, a camisola do Canedo pela última vez ao fim de tantos anos?
JN: Foi um misto de emoções, porque o Canedo é um clube que me ficou gravado no coração, e que representei com muito orgulho. Mas a situação familiar fez com que tivesse de ir trabalhar para Espanha, e na verdade, custou-me imenso deixar os meus colegas e o clube.

CFC: Desde que saiu do Canedo nunca mais voltou a jogar futebol enquanto federado. Gostava de voltar ao clube noutras funções?
JN: Como disse, o Canedo ficou-me no coração, e como o dia de amanhã é uma incógnita, quem sabe se um dia poderei voltar.

CFC: Até que ponto pensa que a sua passagem de sucesso pelo Canedo influenciou o Rúben na vontade de querer ser jogador profissional? Já que ele o acompanhava quase sempre nos treinos e nos jogos...
JN: Isso já nasce... É certo que ele sempre me acompanhou, e se calhar despertou mais o interesse pelo futebol, mas tenho a certeza que o futebol já estava nas veias dele.

CFC: Se lhe pedissem para definir a sua passagem pelo Canedo numa só palavra, qual seria?
JN: Fantástica. Aproveito para mandar um grande abraço a todos os canedenses!


Pode consultar toda a carreira de Neves, aqui.

terça-feira, 28 de abril de 2015

Entrevista a: Nuno Pinto

(Nuno Pinto em acção durante um jogo realizado nas Valadas contra a LAAC.)

Basta falarmos em Nuno, e os adeptos do Canedo FC recordam logo o ponta-de-lança que ao longo de seis temporadas se "fartou" de fazer golos com a nossa camisola.
Conhecido por "El Matador" durante a sua passagem pelo Canedo, Nuno chegou em 2001, oriundo do Souselo, da AF Viseu, e na segunda temporada com as nossas cores apontou mais de quarenta golos.
Essa será sempre uma das razões que lhe garantem um lugar na história do clube, mas há outras: durante a sua passagem pelas Valadas, Nuno Pinto subiu de divisão, foi um líder dentro e fora de campo, e foi capitão durante um ano e meio.
Aos 36 anos, representa o Coimbrões, no Campeonato Nacional de Seniores, e é o melhor marcador de equipa com oito golos no campeonato.
Ei-lo em entrevista ao nosso facebook/blogue:

Canedo FC: Chegou ao Canedo em 2001, vindo do Souselo da AF Viseu. Como surgiu o nosso convite e que razões o levaram a aceitá-lo?
Nuno Pinto: O vosso convite chegou através de um amigo, que era o Hugo, que tinha um outro amigo que se estava a iniciar como empresário, José Ribeiro, e falou-me sobre essa hipótese. Depois, ao conversar com o presidente Paulo Coutinho e com o mister Albertino, logo chegamos a um acordo.

CFC: Saiu do Canedo há 8 anos. Continua a acompanhar o clube?
NP: Sim, principalmente através dos jornais e do site Zerozero. E, normalmente, tenho ido ao estádio ver pelo menos um jogo por época.

CFC: Na última vez que vestiu a nossa camisola marcou um golo. Ainda se recorda do primeiro jogo e do primeiro golo que fez pelo Canedo?
NP: Lembro-me que o primeiro jogo que fiz, foi no Portomosense, para a Taça de Portugal. O meu primeiro golo foi no segundo jogo para o campeonato, frente ao Bustelo, em que ganhámos 2-0 e eu marquei os dois golos.

CFC: Em 6 épocas marcou dezenas de golos, subiu à III Divisão Nacional, foi decisivo na Taça de Portugal e foi capitão de equipa. Há algum momento que recorde em particular?
NP:  É verdade, foram seis épocas, e como é lógico foram épocas fantásticas, onde passei muitos e bons momentos. Claro que me recordo de muitos momentos, mas há um jogo que nunca esquecerei: foi contra o Fermentelos e fiz quatro golos. Foram mesmo épocas fantásticas. A nível colectivo, sem dúvida que a subida de divisão foi o expoente máximo, mas há uma época que também vou recordar para sempre, que é a época em que falhámos a subida no último jogo. Por outro lado, essa foi uma época inesquecível a nível pessoal, pois contando com o campeonato e taça fiz quarenta e cinco golos, a minha melhor época de sempre a nível de golos. E ter sido capitão desse clube, para mim, foi uma honra e um orgulho enorme.

(Nuno festeja com Dani, Melo e Ricardo Azevedo a subida à III Divisão Nacional.)

CFC: Que jogo(s) e golo(s) lhe deixa(m) mais recordações? Recordo-me de um jogo na Mealhada em que voltou de uma paragem de dois meses por lesão e fez dois golos...
NP: Tenho muitas e boas recordações de jogos e golos. Felizmente fiz muitos jogos e golos nesse clube. Felizmente tenho mais boas do que más recordações. Mas esse jogo na Mealhada, sem dúvida que é especial, depois de dois meses de paragem e incerteza se iria poder continuar a jogar futebol, regressar e marcar dois golos, sem dúvida que foi muito especial.

CFC: Depois de sair do Canedo, representou mais dois clubes e "fixou-se" no Coimbrões no CNS. Até que ponto a passagem pelo Canedo foi importante na sua carreira?
NP:  Sim, depois de sair do Canedo representei o São João de Vêr e o Milheiroense, até fixar-me no Coimbrões, onde tenho passado e continuo a passar bons momentos. Sem dúvida que o Canedo foi muito importante na minha carreira, tal como todos os outros clubes por onde passei, mas como já disse, vivi aí momentos inesquecíveis.

CFC: O Nuno sempre foi um defensor da colocação de um relvado nas Valadas. Esse projecto está em vias de ficar concluído. Que opinião tem sobre este assunto e que vantagens pode o clube tirar dele?
NP: Sem dúvida que o relvado é uma mais-valia para o clube, com certeza que vai trazer muitas vantagens, uma coisa é jogar num relvado e outra é jogar num pelado. Principalmente para a formação, um relvado é muito importante, é uma grande mais-valia para o clube. Um bem-haja ao relvado, é pena não ser do meu tempo, mas mais vale tarde do que nunca.

CFC: Tem 36 anos e joga no CNS. Voltar ao Canedo ou acabar a carreira no Canedo é uma possibilidade?
NP: No futebol nunca há certezas, essa possibilidade não pode ser descartada, mas também não é certo que vá acontecer. Como disse, passei muitos e bons momentos no Canedo, mas também devido à minha idade não consigo responder a essa pergunta na perfeição. E também, neste momento, não estou a pensar em deixar de representar o meu actual clube.

CFC: Se lhe pedissem para definir a sua passagem pelo Canedo numa só palavra, qual seria?
NP: FANTÁSTICA!


Pode consultar toda a carreira de Nuno Pinto, aqui.

domingo, 26 de abril de 2015

Reactivação do blogue

O blogue do Canedo Futebol Clube será, a partir desta altura, reactivado, com o objectivo de aqui serem publicadas as entrevistas que serão feitas desta semana em diante em 'parceria' com o facebook oficial do clube.
As entrevistas serão publicadas no blogue, e posteriormente serão partilhadas no facebook do Canedo.
O primeiro entrevistado será Nuno Pinto, ex-jogador e capitão do nosso clube, e que actualmente representa o Coimbrões no Campeonato Nacional de Seniores.
Mais se informa que a restante actividade do clube poderá ser sempre encontrada no facebook oficial do Canedo FC.